terça-feira, 30 de agosto de 2011

Valores Ausentes


George Calym
”Nós bebemos demais, gastamos sem critério. Dirigimos rápido demais, ficamos acordados até muito tarde, acordamos muito cansados, lemos muito pouco, assistimos TV demais e raramente estamos com DEUS. Multiplicamos nossos bens, mas reduzimos nossos valores. Nós falamos demais, amamos raramente, odiamos frequentemente.
Aprendemos a Sobreviver, mas não a viver, adicionamos anos as nossas vidas e não vida aos nossos anos. Fomos e voltamos a Lua, mas temos dificuldade em cruzar a rua e encontrar um novo vizinho… Conquistamos o espaço, mas não o nosso próprio, fizemos muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores. Limpamos o ar, mas poluímos a alma, dominamos o átomo, mas não nosso preconceito… Escrevemos mais, mas aprendemos menos, aprendemos a nos apressar e não a esperar.
Construímos mais computadores para armazenar mais informação, produzir mais cópias do que nunca, mas nos comunicamos cada vez menos. Estamos na era do fast-food e da digestão lenta, do homem grande e de caráter pequeno… Lucros acentuados e relações vazias. Essa é a era de dois empregos e vários divórcios, casas chiques e lares despedaçados. Essa é a era das viagens rápidas, fraldas e moral descartáveis, das rapidinhas, dos cérebros ocos e das “pílulas mágicas” . Um momento de muita coisa na vitrine e no armário e muito pouco na dispensa…
Lembre-se de passar um tempo com as pessoas que ama, pois elas não estarão aqui para sempre… Lembre-se de dar um abraço carinhoso em seus pais, num amigo, pois não lhe custa um centavo sequer…
Lembre-se de dizer “eu te amo” a sua companheira(o)  e as pessoas que ama, mas em primeiro lugar, se ame… Se ame muito…
Um beijo e um abraço curam a dor, quando vem de lá de dentro, por isso, valorize sua família e as pessoas que estão ao seu lado sempre…“
George Calym.

domingo, 28 de agosto de 2011

"O Despertar" (Lua Nova, capítulo 4)


O tempo passa. Mesmo quando isso parece impossível. Mesmo quando cada batida do ponteiro dos segundos dói como o sangue pulsando sob um hematoma. Passa de modo inconstante, com guinadas estranhas e calmarias arrastadas, mas passa. Até para mim.
,

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Eu sempre fui um pouco sentimental.
E desde criança me ensinaram a dizer sempre a verdade, e conforme eu crescia e ia sendo sincero, me mandavam calar a boca.
Então, com o tempo eu aprendi as coisas que deveriam ser faladas, as que deveriam ser ditas pela metade, e as que deveriam ser caladas pra sempre.

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Dane-se o medo, a insegurança e tudo o que me incapacita.
Eu não preciso disso.

Há Momentos.

Há momentos na vida em que sentimos tanto
a falta de alguém que o que mais queremos
é tirar esta pessoa de nossos sonhos
e abraçá-la.

Sonhe com aquilo que você quiser.
Seja o que você quer ser,
porque você possui apenas uma vida
e nela só se tem uma chance
de fazer aquilo que se quer.

Tenha felicidade bastante para fazê-la doce.
Dificuldades para fazê-la forte.
Tristeza para fazê-la humana.
E esperança suficiente para fazê-la feliz.

As pessoas mais felizes
não têm as melhores coisas.
Elas sabem fazer o melhor
das oportunidades que aparecem
em seus caminhos.

A felicidade aparece para aqueles que choram.
Para aqueles que se machucam.
Para aqueles que buscam e tentam sempre.
E para aqueles que reconhecem
a importância das pessoas que passam por suas vidas.

O futuro mais brilhante
é baseado num passado intensamente vivido.
Você só terá sucesso na vida
quando perdoar os erros
e as decepções do passado.

A vida é curta, mas as emoções que podemos deixar
duram uma eternidade.
A vida não é de se brincar
porque um belo dia se morre.


(Clarice Lispector)